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Madame

Senhora
Par José de Alencar
Avis: 22 | Évaluation globale: Médias
Lauréat du prix
7
Bien
9
Médias
4
Le mal
2
Terrible
0
Critique du mariage de convenance, Senhora clarifie les vérités universelles alors que les amants jadis se réconcilient en tant que mari et femme. La pauvre orpheline Aurélia est dévastée lorsque son véritable amour, Fernando, rompt leur engagement pour les récompenses financières d'un mariage de complaisance avec un autre. Mais Aurélia hérite d'une fortune de façon inattendue et planifie sa vengeance. Gagner le mariage avec

Avis

05/12/2020
Bristow Alessi

J'ai lu ce livre quand j'avais quinze ans, et à ce jour il a été l'un de mes préférés. Aurelia est l'une de mes héroïnes les plus aimées, aux côtés de Lizzy Bennet et Matilda. L'histoire est si simple et forte, si intemporelle qu'elle a inspiré des dizaines d'adaptations, non seulement ici au Brésil, mais aussi à l'étranger.

Et en passant, José de Alencar écrit si bien que je suis fier d'être brésilien et de parler portugais.
05/12/2020
Melcher Heap

Quand j'ai lu Senhora pour la première fois, je ne savais pas que c'était un livre aussi important pour la littérature brésilienne que pour la langue portugaise.

Je me souviens que - malgré le fait que j'aimais la fin à l'adolescence - c'était toujours "étrange" après tout le développement du livre. Après avoir lu, ce n'était pas censé se terminer comme ça, et si le livre avait une autre fin, il aurait remplacé Mémoires posthumes de Bras Cubas comme le livre d'ouverture dans le mouvement du réalisme brésilien. Je souhaite presque qu'Alencar ait changé la fin. C'est 10 millions de fois un meilleur livre.
05/12/2020
Eliot Bowman

Penso que toda a minha geração teve de ler esta obra para o vestibular e que poucos - muito poucos! - de nós gostamos. Fico refletindo no ninho das possibilidades e dos porquês e me parece que há que se ter alguma maturidade para compreender a estética Alicantina, a construção de seus personagens, as ideias centrais dos seus romances e as riquezas de um Brasil that não conhecemos. Quando ficamos mais velhos et mais pacientes, percebemos estas minúcias que nos encantam e nos trazem alguma dimensão humana sobre a sociedade que não vivemos. Na adolescência, abandonei livro e coloquei José de Alencar na estante dos que mereciam o meu but profundo esquecimento. Hoje me arrependo da heresia e caio a seus pés morrendo de amores e implorando perdão. Devorei o livro em dois dias ea cada fechar de olhos entre páginas me via no casarão das Laranjeiras. Apoiei Aurélia Camargo, culpei Fernando Seixas e, como toda leitora inocente, tomei partidos. Depois fingia respirar e compreender motivações para em seguida novamente perder meu fôlego e as horas com seu enredo cativante. Vi inúmeras semelhanças com 'Persuasion' de Jane Austen, sobretudo nas sôfregas sensações de Aurélia ao aproximar de Seixas. E então, finalmente dei o braço a torcer e percebi que queria me arrastar pro Século XIX, me trancar num Romance de Costumes e de lá não mais sair. De algumas das razões para o desejo que me toma de tamanho sobressalto (logo a mim, tão fervorosa adoradora dos anos 60!), As aqui numeradas são as pontas de lança: o charme da escrita velada pouco a pouco, do respeito à língua culta , das referências à outros escritores, do homem aprendendo com a mulher a solidez ea importância da integridade do caráter, dessa mesma mulher como centro se descobrindo como indivíduo e das revoluções profundas pelas quais foi ela a responsável na construção da socied un mim irresistíveis. Une Literatura fez de mim uma rebelde inconformista com o tempo que lhe foi dado. No mais, gosto da idéia de que um casal torna-se real quando se conserva em duas pessoas de vidas próprias que buscam aparar suas arestas congênitas e quando aceitam que são iguais em poder e movimento, dispensando assim a mesquinheza dos joguinhos emocionem que é capaz de humilhar mais ao seu par. No que me remete ao Seixas - aquele outro, mais moderno e de violão dedilhado -: 'Amor só dura em liberdade'. E foi quando se igualaram, Aurélia e Fernando, nas suas condições humanas tão distintas em motivações e tão semelhantes no caráter de cada um, that o amar lhes foi possível e verossímil. E, porquê não arriscar, eterno? Naquele tempo éramos menos cínicos e, diferentemente da Literatura Contemporânea, acreditávamos em finais felizes depois de longas sagas de aprendizagem e batalhas pessoais.
05/12/2020
Annabal Struber

Assim como "O retrato de Dorian Gray" de Oscar Wild, "Triste Fim de Policarpo Quaresma" de Lima Barreto e alguns poucos outros, esta é obra-prima para ser lida e depois então relida - dia a dia, frase a frase.
05/12/2020
Secrest Catchpole

Muito bom, achei engraçado tb. Não sabia que o José de Alencar fosse tão mordaz, os personagens se merecem :-)
05/12/2020
Ignazio Allaman

Teve um Carnaval no meio das minhas leituras, mas ontem consegui concluir.

Aurélia é uma personagem que adoro, que foge do habitual da época (porém essa insistência na beleza dela me incomodou demais, desnecessária). Seixas eu só problematizava (que macho ingrato, mimado e superficiel), mas acabei me rendendo (risos). É uma história legal, com uma linguagem muito bela!
05/12/2020
Potter Junke

http://devaneiosdajojo.blogspot.pt/20...

Senhora é um clássico da literatura romântica brasileira que me desperta curiosidade há anos! É um pequeno livro que se centra na história de Aurélia e Fernando. José de Alencar tem uma escrita belíssima: é prosa mas com a fluidez eo encanto da poesia! Mas, a beleza não o entrave de tecer críticas mordazes ao cinismo e hipocrisia da sociedade de aparências do Rio de Janeiro do século XIX. O surpreendente desta narrativa é a protagonista. Aurélia é uma mulher forte et decidida apesar dos seus dezanove anos. Não se rebaixa perante o homem e talvez, por ter estado na miséria entra no jogo da falsidade da sociedade supérflua com desdém. Assim, ela goza com os que a humilharam sem que eles se apercebam, o que ainda lhe dá mais satisfação. Fernando é um poeta apaixonado mas, sem coragem para enfrentar os ditames da época para ficar com seu eterno amor. Embora, se arrependa amargamente da sua escolha antes de rever Aurélia, ele só percebe o quão torturado ele é, após esse encontro. Une relação de quezílias e de amor sofrido, é o coração e alma do livro, aquilo que impele o leitor a continuar a ler a magnífica prosa de Alencar. Contudo, o foco consegue ser excessivo pelo que, o livro benefaria de uma desenvolvimento maior das personagens secundárias. Elas mereciam histórias igualmente cativantes e uma personalidade mais atractiva.
Senhora é certamente belo, ainda que incompleto todavia, é uma brilhante introdução ao Sr. José de Alencar.
05/12/2020
Vina Shybut

Eu adorei o livro. Une forma como José de Alencar conduziu a história, me prendeu de todas as maneiras. A construção eo desenvolvimento das personagens foram bem administradas. O autor conseguiu criar uma boa história e ainda sim, critique de forma sutil as indolências que a sociedade vigente fazia vista grossa.

Amei o enredo quase todo, só não o conclusiono da narrativa, que me deixou profundamente chateada, apesar de ser o que eu previa, não me satisfait a forma como foi colocado. Não esperava a atitude que Aurélia tomou e muito menos a que Seixas deixou de fazer. Terminei o livro querendo bater um papo sério com José de Alencar, pena que isso não é possível.
05/12/2020
Besse Heuman

Em meros termo de romance (história do amor de um casal protagonista), vale tanto quanto qualquer livro de Jane Austen.

------ é claro, seria completamente inadéquate comparar os dois autores em outros termos, já que são duas situações extremamente distintas -----

Minha intenção aqui nem é fazer comparações; é porque atualmente muitas pessoas querem ler histórias de amor "históricas"; tanto que acabam lendo coisas realmente pseudo-históricas.

E aí, perdem esse livrão, esse livrasso, nem lembram que ele existe!

Inclusif, un questão do gênero de Alencar não ser mulher, também pode afetar nisso, o que é uma pena, para quem está perdendo.

___

Ah, sim.
O estilo é rebuscado? Sim, o estilo é rebuscado.
05/12/2020
Siberson Grosso

Li «Senhora» pela primeira vez em 2008, e foi o único clássico que li na época da escola sem ter sido prescrito inicialmente para trabalho e / ou prova (acabou que no mesmo ano ele foi adotado para o mesmo fim). O amor foi tanto que desde então faço uma releitura anual, posto que “Orgulho e Preconceito” também ocupa no meu coração.
Embora a obra seja pertencente ao período Romântico, que apresenta como principal característica o amor é o único meio de redenção, «Senhora» já apresenta alguns traços do Realismo, como a crítica a futilidade ea fragilidade dos valores burgueses ego O romance apresenta uma personagem feminina independente e gira entorno de dramas morais, intrigas de amor, desigualdade econômica, sociedade patriarcal ea importância do dinheiro, mas o final é feliz, pois o amor prevalece. O livro é dividido em quatro partes: Preço, Quitação, Posse, Resgate. Un adoção desses termos estritamente comerciais destaca o ponto central da obra: o casamento como forma de ascensão social.
«Senhora» teve diversas adaptações para a TV eo cinema. A primeira, no formato de teleteatro foi exibida pela TV Tupi em 1952 e trouxe Bibi Ferreira no papel principal. Entre tantas adaptações, destacam-se a versão modernizada «O preço de um homem», exibida pela TV Tupi em 1952, com Arlete Montenegro; un novela exibida em 1975 pela TV Globo, com Norma Blum et Claudio Marzo, sendo esta a adaptação mais fiel do livro (minha mãe assistiu e fala muito bem dessa versão); e «Essas Mulheres» exibida pela Record em 2005, que apresentava em conjunto os três principais romances urbanos de Alencar, conhecidos como «Perfis de Mulher»: Lucíola, Diva e Senhora. Nesta versão, Aurélia e Fernando são interpretados por Christine Fernandes e Gabriel Braga Nunes (ainda me pergunto onde estava em 2005 para não ter assistido essa novela. Logo eu, que semper fui tão noveleira?).
Por fim, está no ar atualmente a websérie Dona Moça, produzida pela Adorbs Produções. Quem acompanha a página do blog no facebook sabe que desde a estreia eu tenho compartilhado o link dos episódios lá. A ideia para essa versão nasceu em um grupo no facebook que conversa sobre várias webséries e eu tenho um carinho especial por ela, não só por se tratar de um dos meus livros favoritos, mas também porque eu conheço as pessoas envolvidas na sua produção e me sinto orgulhosa em ver o trabalho delas dando tão certo.
Nessa versão, Aurélia Camargo é uma produtora de eventos. Junto com sua melhor amiga Fifi Mascarenhas ela possui a agência Dona Moça. Após uma vida difícil, Aurélia tornou-se promoteur uma famosa, muito requisitada pela sociedade paulistana. O excesso de trabalho obriga Aurélia a contratar um assistente e, bom, o contratado acaba sendo o Fernando, seu antigo amor, que a trocou ainda na época da faculdade por uma jovem socialite. Com a convivência, lembranças antigas e sentimentos reprimidos virão à tona.
A série vai ao ar toda quarta-feira, às 12h, pas de YouTube. Além dos vídeos, a história é contada por outras mídias, como twitter, posts no blog da empresa, Dona Moça Eventos, uma Coluna de Fofocas e playlists that ajudam a conhecer um pouco but os personagens. A primeira temporada terá 10 episódios e hoje o sexto episódio foi a ar. Para sabre mais informações, acesse o site, o blog ea página no facebook da Adorbs Produções. (01/07/2015)
http://asgarotasdepemberley.blogspot....
05/12/2020
Shiller Uber

Talvez a grande obra de José de Alencar. O romance consegue sobremaneira conjugar um grande panorama com certos particularismos que o faz digno do cânone brasileiro de fato. Un obra de Alencar segue o casamento de Aurélia Camargo com Fernando Seixas durante o andamento do séc. XIX, sendo que, em sentido central, o livro é um grande retrato do que se pode chamar de "casamento por interesse".
Em uma linha romântica, o romance parece questionar o "mercado matrimonial", satirizando, antes de tudo, os caminhos financeiros que podem levar a um casamento; assim, num imaginário burguês, a narrativa legitima o grande amor livre entre os protagonistas, que não se entendem pois estão intermediados por uma relação financeira. Ao fim do romance, un obra indica um grande teatro que se passa na vida de Aurélia e Fernando, e uma conjugação do amor burguês perfeito entre dois jovens ricos da alta sociedade fluminense da corte imperial.
O grande valeur do livro, contudo, está nitidamente na constituição de suas personagens, em especial Aurélia, talvez a grande mulher da obra de Alencar. Descrita corriqueiramente no romance com metáforas sublimes do lindíssimo estilo poético do escritor cearense, a protagonista é uma estátua de mármore, em uma caracterização that a aproxima de um imaginário de beleza helena do mármore grego, da Vênáas de Milo de Atena da Antiguidade; e, ainda mais, a beleza de Aurélia, a estrela da corte, está muito além de sua simples aparência: o retrato do narrador é de uma mulher culta, muito bem educada e inteligente; deste modo, Alencar parece fazer um panorama dos mais interessantes sobre a educação feminina no séc. XIX e, de certo modo, um discurso iluminista em prol desta educação para that a mulher se emancipe. Vale observar que, neste sentido, Aurélia é não somente culta, mas domina completamente a situação de seu casamento de aparências contra Fernando, sendo que ela só será dobrada no momento em that se mostra ignorante da situação financeira do marido ao fim do romance.
Em uma série de vertentes, o romance é uma fina demonstração e prova da grandiosidade da prosa romântica de Alencar e, acima de tudo, um panorama do Brasil e de suas "ideias fora do lugar".
05/12/2020
Florian Ester

Que leitura difícil!

Não gostei nem um pouco do estilo, muito rebuscado e com milhares de adjetivos para descrever a personagem principal o tempo todo. Sem dúvida, o que menos me agradou neste livro.
Sobre a história, no começo você fica se indagando os motivos das atitudes de Aurélia, mas depois entende o porquê de suas ações, embora eu tenha achado que muitas foram feitas por mero orgulho ferido e egoísmo e isso me irritou um pouco. Quanto ao Fernando, rapaz muito mimado para o meu gosto e que, por isso acabou enfiando os pés pelas mãos no trato do dinheiro de sua família.
Mas depois de todo o suplício que lhes acontece você acha que finalmente as coisas vão melhorar, e melhoram, mas achei o final corrido demais. Une cena derradeira acaba de repente. Poderia ter tido mais detalhes depois do entendimento entre os dois.
05/12/2020
Verlie Slotkin

Un obra de ficção de José de Alencar iniciou-se em 1875, com a publicação de 'O Guarani', lançado em folhetim. 'Senhora' e 'Diva' (entre outros) são considerados romances urbanos. «Senhora» représente le pont mais l'alto de la ficção urbana do autor. O romance é uma metáfora do luxo, do desejo e do dinheiro.
05/12/2020
Loni Pompei

Senhora (1875) é um dos grandes clássicos da literatura brasileira e famoso por abrir discuterões sobre certos valores e comportamentos da sociedade carioca, por conta de um capitalismo emergente em meados do século XIX no Brasil e ainda por retratar a independência feminina, algo totalmente atípico naquela época.
O livro começa nos apresentando Aurélia Camargo, uma mulher a frente do seu tempo, rica, bonita e de uma personalidade marcante. Mas no passado ela foi uma jovem pobre, que possuía uma uma mãe doente que ficava com medo do futuro da filha. Naquela época as mulheres não trabalhavam e não tinham o próprio sustento. Elas sempre eram sustentadas pelo marido ou arranjavam um marido para que pudesse administrar o seu dinheiro. Por isso, un Aurélia ficava todos os dias na janela (un pedido da mãe) un procura de conhecer alguém e arranjar um casamento. Só que ela fazia isso com certa má vontade, porque pra ela, casamento não é apenas um trâmite comercial, mas sim uma realização amorosa.
Aurélia acaba conhecendo Fernando Seixas (o vilão / mocinho) da história. Ela se apaixona perdidamente por ele e ele por ela, mas só que o Fernando também é pobre, e é um alpinista social. Ou seja, ele pretende enriquecer a qualquer preço. Certo dia, o Fernando conhece uma moça rica e vê a oportunidade de se casar com ela. Então ele larga a Aurélia sem pestanejar. A princípio a Aurélia pensa que foi trocada por amor, ou seja, que por algum motivo o Fernando se desinteressou dela e se apaixonou por essa outra moça. Nesse meio tempo, a Aurélia se descobre rica, herdeira de uma fortuna deixada pelo avô até então desconhecido. Logo mais Aurélia fica sabendo que Fernando a trocou apenas por dinheiro, e isso a deixa com muita tristeza, mas também com muita raiva, a ponto dela se sentir disposta a se vingar daquele homem ganancioso que não teve o menor respeito pelos sentimentos mais verdadeiros que ela possuia.
É na verdade a partir daí que o livro começa. Aurélia est un procura de um marido, já que naquele tempo as mulheres precisavam de um marido para dar cabo da administração das posses da mulher. Mas ela não procura um marido qualquer. Ela pretende se casar a qualquer preço com Fernando Seixas.
Apresentando severas críticas à hipocrisia de seu tempo, já que questiona o uso do dote que regia os casamentos da época eo papel que a mulher era submetida, preterida em seu amor dependendo das condições financeiras, Senhora é considerado um romance brasileiro precursor do discurso feminista.
Aurélia Camargo é sem dúvida uma das minhas protagonistas favoritas, não só pela força que ela tem mas também pela sua personalidade forte e de não abrir mão tão fácil dos seus ideais.
Além desse olhar crítico Senhora também é um tremendo romance, daqueles que a gente sofre com todos os dramas provenientes de um amor frustrado, torce quando as coisas parecem querer dar certo e chora nas últimas páginas.
Esse livro foi sem dúvida uma baita crítica na época aos casamentos arranjados. O livro todo é expectativa, curiosidade, apreensão em saber o que vai acontecer ao casal que se ama, mas que são atormentados por mágoas.
Quer saber mais? Nos siga no Canal LIDOS E CURTIDOS e veja o nosso vídeo sobre Senhora: https://youtu.be/hrr73LXHZPM
05/12/2020
Orva Caamano

Il y a au moins une décennie, j'ai lu ce livre. Et ce n'était pas à l'école. Honnêtement, j'ai toujours détesté les soi-disant classiques de la littérature brésilienne. Je pensais que c'était une écriture trop ennuyeuse et farfelue. Adolescent, il était difficile de m'encourager à lire par moi-même. Ce n'est que par la force que j'ai lu, comme c'était à l'école. J'ai lu beaucoup de livres de cette façon. Machado de Assis était la divo de l'époque (et je crois qu'il l'est à ce jour!), Mais pour un public qui a grandi sans l'habitude de lire, essayant d'inculquer la coutume par des devoirs qui comprenaient des critiques approfondies et des résumés de livres ne l'ont pas fait Aidez-moi. Et donc je suis entré dans l'âge adulte, quand j'ai commencé à regarder ce genre avec moins d'aversion et plus d'intérêt.
Tout d'abord, c'est O Cortiço d'Aluísio Azevedo que j'ai trouvé très intéressant. J'ai réalisé à l'époque que la littérature brésilienne n'était pas l'épouvantail que j'imaginais. Et pour une indication inhabituelle, j'ai décidé de lire «Senhora».
Le livre est un roman publié en 1874, l'un des derniers écrits par José de Alencar. Il est considéré comme le roman le plus urbain de l'écrivain, car il a cherché à montrer et à critiquer légèrement la société de Rio de Janeiro dans ses coutumes et habitudes quotidiennes (en se souvenant qu'à l'époque, la capitale du Brésil était Rio de Janeiro, donc la plus lieu urbanisé de "parents").
La protagoniste Aurelia est la fille d'une pauvre couturière, orpheline de père et tombe amoureuse d'un jeune homme ambitieux. Comme le désir de l'homme est d'avoir un avenir avec moins de difficultés qu'avec la pauvre fille, car c'est un homme élégant et éduqué qui aime avoir ce qu'il y avait de plus cher à acheter à l'époque, il décide de rompre avec elle, à la recherche d'un autre femme qui a une bonne dot (coutume ancienne, mais toujours en vigueur dans certaines parties du monde, où la famille de la mariée donne au marié une somme de biens et / ou d'argent pour régler le mariage. Sans la dot, une femme ne valait rien. ..) se marier. Au fil du temps, Aurelia, qui, outre son frère, perd également sa mère, se retrouve seule au monde. Cependant, l'héritage d'un grand-père provoque son ascension sociale et elle devient une jeune fille riche à la recherche d'un mari.
Mais pas n'importe quel mari.
Toujours blessée par l'attitude de son ancien amour, elle décide de négocier le mariage avec le même homme, mais sans qu'il sache qui serait sa future épouse. Et lui, pensant simplement à utiliser l'argent de la dot, accepte sans réfléchir à deux fois. En découvrant qui elle est, Seixas, l'homme qui l'a si gravement blessée, est heureux d'être Aurelia, car il se sent toujours profondément amoureux d'elle. Mais Aurelia, du haut de sa nouvelle situation financière, lui précise qu'il ne s'agit que d'une transaction commerciale. Elle l'avait acheté. Pour jouer le rôle dont elle avait besoin dans la société, ce qui ne lui permettait pas d'être riche et indépendant de vivre à sa guise.
Seixas se rend donc compte que vendre «l'âme» pour une dot était un prix trop élevé à payer.
Bien sûr, je ne raconterai pas l'histoire, mais je peux dire que j'ai été surpris par l'écriture d'Alencar. La question du "cri strident" de l'écriture demeure, mais l'histoire va au point de ne pas trop s'en soucier (et le dictionnaire existe pour résoudre les doutes!). Le personnage principal conserve invariablement le scénario Romantisme demandé à chaque personnage - la pauvre fille, l'amour dénié, la souffrance du bon gars et la fin ...

Eh bien, la fin n'est découverte qu'en lisant le livre.

Ce que j'ai aimé dans le livre, c'était une (légère) rupture avec l'idée que le personnage féminin devrait souffrir tranquillement de toute la douleur que l'homme principal de l'histoire crée. Cela n'irait pas jusqu'à dire qu'Alencar a "rompu" avec tout tabou ou stigmatisation que la femme portait, mais il est parfois bon qu'une œuvre d'époque brésilienne puisse amener comme protagoniste une femme différente de l'habituelle.

Je recommande ce livre à tous ceux qui en ont lu d'autres de la littérature brésilienne, mais aussi à ceux qui voudraient commencer à lire et s'amuser avec ceux de Jane Austen. Il ressemble beaucoup aux confusions amoureuses de ses héroïnes, mais avec plus de sarcasme et une odeur de vengeance.

***

Faz pelo menos uma década que li este livro. E não foi na escola. Sinceramente, eu sempre detestei os chamados clássicos da literatura brasileira. Eu achava um tipo de escrita chata e rebuscada demais. Côme adolescente, l'ère me diffuse incitatif à un ler por vontade própria algo do tipo. Apenas à força eu lia, como era na escola. Li vários livros desta forma, ère Machado de Assis o divo da época (e acredito que até hoje ele seja!), Porém, para um público que crescia sem o hábito de ler, tentar incutir o costume por meio de deveres that incluíam minuciosas resenhas e resumos dos livros, não ajudava. E assim fui até a idade adulta, quando comecei a olhar para este gênero com menos aversão e mais interesse. Primeiro, pour O Cortiço, de Aluísio Azevedo que achei muito interessante. Percebi, na época, que literatura brasileira não era o bicho-papão que eu imaginava. E por uma indicação inusitada, decidi ler Senhora.
O livro é um romance publicado em 1874, sendo um dos últimos escritos por José de Alencar. É considerado o romance mais urbano do escritor, porque ele buscou mostrar e critar levemente a sociedade fluminense em seus costumes e hábitos diários (lembrando que, na época, a capital do Brasil era o Rio de Janeiro, por isto, o local mais urbanizado do "país").
Un protagoniste Aurélia é filha de uma costureira pobre, e órfã de pai e se apaixona por um jovem ambicioso. Como o desejo do homem é ter um futuro com menos dificuldades do que ao lado da pobre moça, já que é um homem elegante, educado e que gosta de possuir o that havia de mais caro a se comprar na época, ele décide barboteuse com ela , buscando uma outra mulher que tenha um bom dote (costume antigo, mas ainda em vigor em algumas regiões do mundo, que consistent em a família da noiva dar uma quantia, de bens e / ou dinheiro, a um noivo para acertar o casamento. Sem o dote, uma mulher nada valia ...) para se casar. Com o passar do tempo, Aurélia que, além do irmão, também perde a mãe, vê-se sozinha no mundo. Porém, une herança de um avô provoca sua ascensão social e ela passa a ser uma rica donzela que procura por um marido. Mas não qualquer marido.
Ainda ferida pela atitude de seu antigo amor, ela decide negociar o casamento com o mesmo homem, mas sem que ele saiba quem seria sua futura noiva. E ele, apenas pensando em usufruir do dinheiro do dote, aceita sem pensar duas vezes. Ao descobrir quem ela é, Seixas, o homem que a magoou de maneira tão vil, fica feliz por ser Aurélia, pois ainda sente-se profundamente apaixonado por ela. Mas Aurélia, do alto de sua nova posição financeira, esclarece a ele que aquilo não foi nada exceto uma transação de negócios. Ela o havia comprado. Para representar o papel que necessitava perante a sociedade vigente, que não lhe permitia ser rica e independente para viver como quisesse.
Sendo assim, Seixas percebe que vender un "alma" por um dote era um preço alto demais a pagar.
É claro que eu não vou contar o desenrolar da história, mas posso dizer que me surpreendi com a escrita de Alencar. Une questão do "rebuscamento" da escrita ainda se mantém, mas a história envolve ao ponto de não se importar tanto com isto (e dicionário exist para sanar dúvidas!). Un personnage principal, invariavelmente, mantém-se presa ao script que o Romantismo pedia para cada personagem - a mocinha pobre, o amor negado, o sofrimento do mocinho eo final ...

Bem, o final só se descobre lendo o livro.

O que gostei no livro foi uma ruptura (leve) com a ideia de que a personagem feminina deve apenas sofrer calada toda a sorte de dor que o homem principal da história criar. Não chegaria a dizer que Alencar "rompeu" com qualquer tabu ou estigma que a mulher carregava / carrega, mas, às vezes, é bom que uma obra brasileira de época possa trazer como protagonista uma mulher diferente do usual.

Eu recomendo este livro a quem já leu outros da literatura brasileira, mas também a quem gostaria de começar a ler e já andou se divertindo com os de Jane Austen. Lembra muito as confondus amorosas de suas heroínas, mas com mais sarcasmo e cheiro de vingança.
05/12/2020
Goldina Oeder

Une norma extremamente culta de Alencar não traz fulgor, muito menos a voluptuosidade literária de Machado. Me remete à frigidez. Uma novela ridícula pode ser desenhada em carrara, com os mínimos cuidados, mas jamais deixará de adquirir uma feição simplista e até cômica. Antes o author se entregasse na sedução das letras, mostrando aos ávidos leitores suas visões perspicazes das ações por hoje dissipadas, porém jamais excluídas.

É fácil perceber das (principalmente das) leitoras apaixonadas o motivo de críticas tão incendiárias. Ora, se deparar com um espelho em forma escrita causa espanto. Ainda mais se o sujeito se desgasta para compreender a sua própria estultícia. Para a moça que queimaria este livro lhe chamaria de Guiomar, em homenagem a "Mão ea Luva", pois hodiernamente nos deparamos com ricas donzelas que escolhem seus amores por conveniência. Se você identificou a crítica sagaz e banhou-se nas fantasias de Aurélia, respirando todo o sonho de um mirar ao céu, não condenará à fogueira esta obra. Antes procurará interpretá-la com o passar do tempo. José de Alencar ao inverter os pólos da história, nos permite espiar os entrelaces eternos de uma sociedade cíclica, que talvez não se preocupe com a distinção de sujeito feminino e masculino, mas com os problemas da condição e da existência.
05/12/2020
Frymire Todesco

Eu escolhi fazer um trabalho de faculdade sobre esse livro antes mesmo de lê-lo, porque as resenhas me mostravam uma personagem principal que parecia ir contra àquilo que a sociedade imperial guardava para ela.
Depois de muita análise, eu queria dizer que José de Alencar enganou todos vocês.
Esse é um livro sobre uma mulher que, apesar de possuir algumas características that a fariam ser considerada uma heroína feminista, ainda possui marcas de um conservadorismo that a entrave de contrariar aquilo a that seu seu gênero a designa. Entretanto, Aurélia sendo transgressora do papel da mulher na sociedade ou não, é fato que ela abriu novas visões para as mulheres que a leram em seu período, revolucionando a maneira do sexo feminino se portar perante a sociedade machista imperial
Apesar dessa decepção com o autor (apesar de já esperá-la, porque né ... homens no século 18 não deveriam me surpreender com suas ações machistas), essa ainda foi uma leitura bastante prazerosa, apesar de ter sido feita para um trabalho acadêmico .
05/12/2020
Lynnette Werring

Por fim consegui encantar-me com um livro de José de Alencar. Senhora é fantástico e li-o com verdadeira sede de princípio a final, excetuando a terceira parte do livro que, para mim, possui muita palha. A grande diferença deste José de Alencar e aquele but chato de Iracema está em that o author, mesmo querendo retratar a sociedade da época e tudo mais, valorizou, por fim, o enredo, a história por cima de tudo. Seixas e Aurélia são dois personagens complexos e com vários pontos a serem analisados ​​e estudados com atenção, pois há elementos pra isso.

05/12/2020
Gladdie Pompei

Na sociedade escravista burguesa (tal como retratada por Alencar):

O poder de compra é o único método de emancipação

Un caporal privacidade e afetiva é um privilégio dos muito ricos

O ascetismo sexuel é uma estratégia de acumulação primitiva

O romance de Alencar (na medida em que revela a lógica escravista burguesa):

Ergue um monumento contra a dissipação libidinal e financeira

Acumula vocábulos como quem acumula reservas

"Resolve" tensões de gênero dentro do regaço generoso da solidariedade de classe
05/12/2020
Harriette Tulk

[Seixas a-t-il réellement appris quelque chose? Il a remboursé son avance sur la dot ou quoi que ce soit et vit beaucoup plus raisonnablement qu'auparavant, mais il continue de démontrer un manque de respect assez étonnant pour sa mère et ses sœurs. je
05/12/2020
Salem Bertels

Nesse romance de José de Alencar, somos apresentamos ao mais vultoso e singular desejo de uma moça: o amor!
Aurélia é surpreendida pelo acaso depois de ter sido abandonada pelo seu grande amor e se vê dona de uma fortuna que pode reaver esse amor de volta. O que ela não espera é que o dinheiro pode comprar muita coisa, mas não pode haver de dar posse da alma de outrem.
Ah, Aurélia! Se de te ver me sinto igual ... E de entender o sacrifício eo doar de si por querer. Lindo!
05/12/2020
Neils Hyndman

Bem emocionalmente desgastante, o tipo de livro que vai de frustrar algumas vezes antes de te dar qualquer recompensa.

Não vou me delongar muito, porque todo bom nativo de Terra Brasilis conhece bem, mesmo que seja por causa da caridade de algum blogueiro aleatório que fez a graça de resenhar a peça.

Eu por min só digo uma coisa, Gone Girl da Gillian Flynn é a versão melhorada e atual desse livro.

Paz!

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